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Teses para o Seminário do PDT

TESES PARA O SEMINÁRIO

PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA

CÂMARA DE VEREADORES DE PORTO ALEGRE

 

 

ORGANIZAÇÃO E REFORMA PARTIDÁRIA

Cláudio Roberto da Silva

 

A organização é o planejamento sistemático dos recursos convergindo para os objetivos.

As Lideranças devem ser permanentemente legitimadas pelo diálogo com os filiados.

Os filiados devem compor um cadastro eletrônico único e sempre atualizado.

A assessoria de marketing, em todos os níveis, deverá organizar os dados e informações sobre as nossas realizações e principalmente em relação aos outros partidos de forma, a manter um banco de dados para subsidiar os candidatos em debates nas campanhas.

A sede partidária é lócus onde os filiados exercem seus direitos políticos junto aos seus representantes, conhecendo e debatendo os projetos e a forma de seu encaminhamento.

O Instituto Alberto Pasqualini é o foro permanente para os debates conjunturais com vistas à ação política coerente com a doutrina do Trabalhismo e as ideologias do PDT.

 

 

TRABALHISMO

Orion Herter Cabral

 

O PDT possui sua identidade fundamentada na doutrina trabalhista, nas ideologias de governo nacionalista e do Estado desenvolvimentista. O cenário brasileiro carece de tais propostas.

Os trabalhadores, transformados nos principais proprietários dos meios de produção e distribuição da riqueza mundial, no Brasil, são patrões insensíveis face à ausência de forças políticas capazes de orientar essa nova fase do capitalismo.

Assim, o momento atual está a exigir a defesa do patrimônio financeiro dos trabalhadores, representado pelos Fundos de Pensão, o FGTS, o PIS, o Fundo de Previdência Social e a Caderneta de Poupança. Esse expressivo recurso tem sido desviado de suas finalidades pelas políticas monetárias praticadas no País, bloqueando o interesse dos trabalhadores pela poupança. Demais, a ideologia desenvolvimentista preceitua o direcionamento das reservas financeiras dos trabalhadores à produção, pois desta dependem o emprego e o crescimento social sustentado.

O PDT, coerente com seus princípios democrático-trabalhistas, tem o dever de chamar a atenção da sociedade brasileira, através do discurso voltado para as questões do trabalhador brasileiro de modo a implementar seu método político de forma atualizada.

REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR

Carlos Alberto Petersen

 

É princípio democrático a exposição do ideário partidário. É através da representação de um ideário que se inicia o exercício do poder. O ideário partidário só ascende ao poder, quando suas propostas contiverem possibilidades de fazer eco às aspirações populares.

Deve, por isso, deve a Nação brasileira apropriar-se do ideário trabalhista, dado que esta tem seu clamor uníssono e só o Trabalhismo contém alternativas de soluções. Para tanto, é mister a credibilidade. Por isso, os parlamentares não podem ser um mero intérprete ou o simples tradutor do pensamento de determinados grupos de eleitores, ou de segmentos sociais. Os parlamentares não podem restringir-se à defesa dessa ou daquela camada da estratificação social. Antes de tudo, os parlamentares devem ser conduzidos aos legislativos pela incorporação de propostas identificadas com o cidadão, o seu representado. Por isso, há a representação múltipla, e muitas lideranças emergem da simples adoção de anseios setoriais. É reconhecida a validade desse processo, enquanto as representações partidárias não estiverem com pretensões acima dos anseios da Nação, tornando, por vezes, partidos que exercem o poder sectariamente. Eis o motivo pelo qual importa o ideário para o exercício do poder, onde o Município, o Estado e a Nação perfazem habitat de igualdade e de direitos políticos garantidos a todos cidadãos.

Diante disso, vislumbra-se que a representação parlamentar do PDT se fundamentada no seu próprio ideário, maior garantia de que serão construídas condições favoráveis e adequadas à nacionalidade. A reciprocidade de atenções entre as instâncias partidárias e suas representações parlamentares é a simbiose que, além de qualificar, fornece o substancial às representações parlamentares, no sentido de que encontre a Nação suas exatas soluções.

 

 

O ESTADO NECESSÁRIO

Francisco Carlos Bragança de Souza

 

O Estado necessário significa um Estado forte, regulador das relações entre capital e trabalho e promotor dos investimentos estratégicos para o desenvolvimento.

O Estado forte deve ser equipado com mecanismos de controle, principalmente em relação à formação de cartéis. As suas prioridades concentram-se nas áreas sociais, no sentido de favorecer ao cidadão sua inserção no mercado de trabalho com dignidade e capacidade. Não é, portanto, um Estado mínimo, tendo em vista que não são mínimas as ações sob sua responsabilidade. Nem é um Estado máximo, pois não se apropria do fracasso onde foi implantado.

O Estado necessário considera a globalização como um relacionamento entre nações soberanas, com o propósito de gerar emprego e renda para os participantes.

Cabe ao PDT, portanto, desenvolver a idéia do novo trabalhismo, pois já o fez, e tornou-se exemplo para o mundo. Os demais partidos movimentam-se num vai-e-vem entre a esquerda e a direita, enquanto o PDT. Reafirma-se como a posição correta: a tão buscada terceira via.      

 

 

TRABALHISMO: ANTIGO E NOVO

Adão Eliseu de Carvalho

 

O mundo se encontra numa encruzilhada ideológica - nem socialismo, nem comunismo e nem fascismo demonstraram ser o caminho que a humanidade deveria trilhar.

Em nosso País, somente o ideário trabalhista foi o construtor de uma grande Nação, perfeitamente demarcada ao longo da história pelas grandes conquistas em benefício dos trabalhadores, a partir de 1930. Com Getúlio Vargas, o ideário trabalhista mudou o curso da História brasileira. As raízes trabalhistas remontam a época da 1º Guerra Mundial, culminou com Getúlio e Alberto Pasqualini. No momento o que cabe é reviver e adaptar as idéias trabalhistas à atualidade, pois quem desfruta da herança trabalhista não necessita de idéias alienígenas remendadas para a nossa realidade.

 

 

UMA NOVA RELAÇÃO ENTRE AS INSTÂNCIAS PARTIDÁRIAS

Miguel Ângelo Prietto dos Santos

 

Nas instâncias partidárias, devem os líderes servir à totalidade dos companheiros.

O exercício do poder de alguns sobre os demais, antes de tudo, é a negação interna do princípio democrático. Se assim não for, as relações ficam desprovidas de essência ideológica. Na nova relação interna do PDT, a supremacia do poder nasce nas bases e, neste sentido, o novo pacto partidário, deverá privilegiar a mesma esteira de idéias e ações: Trabalhismo e Democracia.

No que se refere às ações, os recursos do Partido devem estar disponíveis a quem queira auxiliar na difusão das idéias. Em relação às ideologias, o foco da ação é o convencer. Por isso, a participação conduz as bases ao convencimento, processo indispensável nas questões partidárias, pois somente assim permanecerão convencidas de que as soluções para o Brasil estão alicerçadas no Trabalhismo.

FIM

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Afonso Motta

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Ciro Simoni

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Eduardo Loureiro

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Enio Bacci

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Gilmar Sossella

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Juliana Brizola

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Marlon Santos

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Pompeo de Mattos

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Vinicius Ribeiro

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