Educação

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A Educação constitui nossa principal bandeira, pelo simples fato de que nenhum país consegue um mínimo grau de desenvolvimento sem um programa orgânico. Este programa, como temos demonstrado em nossos governos, desde Getúlio Vargas, com a Revolução de 1930, decreto n.º 19.402, em 14 de novembro de 1930, até hoje, em algumas de nossas prefeituras. Tal programa é dirigido no sentido de que a escola vá até o aluno, por maior que seja a distância em que ele se encontre, e não que o aluno a procure, como se observa hoje nas quilométricas e vergonhosas filas nos estabelecimentos públicos, na busca, muitas vezes malsucedida, de uma vaga.

Para se ter ideia, nosso programa educacional, que começou com Getúlio Vargas, com a criação do Ministério da Educação, o velho MEC, unificando e expandindo os vários métodos de então, e criando as universidades e escolas técnicas, responsáveis pelo grande impulso que tomariam nossa industrialização e soberania. Depois de Getúlio, nós tivemos os governos de Leonel Brizola, que aboliu o analfabetismo no Rio Grande Sul, onde também construiu mais de 3 mil escolas, e no Rio de Janeiro, quando implantou 500 escolas integrais, os CIEPs (Centros Integrados de Educação Integral). Nos CIEPs, o aluno passava o dia inteiro, fazendo três alimentações, educação física e assistência médica, e saía no final da tarde, já de banho tomado.

No governo João Gouloart, Darcy Ribeiro, então ministro da Educação, adotou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a LDB, que serviu de modelo para alguns países. Nas nossas prefeituras atuais, temos o exemplo de prefeitos, como o de Paranaguá, José Baka Filho, que transformou todas o sistema de ensino público municipal em tempo integral, e o de Campinas, Dr. Hélio Santos, que, com o programa de creches gratuitas, chamadas, Naves-Mãe, com 1.800 metros de construção, para atender a toda demanda da pré-escola.

Esses programas estão à disposição do internauta, ao longo desse segmento.

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