Marlon Santos
 

MArlon Santos 233979 G

Na manhã desta quarta-feira (4), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos (PDT), recebeu representantes do Mercado Público de Porto Alegre. Sérgio Rosa, vice-presidente da Associação de Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc) que representa os permissionários, falou ao presidente sobre a preocupação com as mudanças previstas na gestão do Mercado, conforme proposta da Prefeitura de Porto Alegre.

Para Marlon, o Mercado Público de Porto Alegre faz parte da cultura do gaúcho, e alguns tipos de mudança podem influenciar o papel que há décadas ele exerce, não somente para a capital, mas para todos os gaúchos. Sérgio Rosa fez questão de ressaltar que o Mercado também tem uma função social: a cada 100m² possui em torno de 60 pessoas trabalhando, e que dependendo da nova proposta de gestão esses números possam sofrer influências negativas.

Também participaram da audiência os permissionários Ivan Konig Vieira e Airton José da Silveira.

Marlon 232291 G

Na tarde desta quarta-feira (13), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos (PDT), recebeu os presidentes da dupla Grenal, Romildo Bolzan (Grêmio) e Marcelo Medeiros (Internacional), o presidente do Sindiclubes-RS, César Cabral e o vice-presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman. Os representantes do esporte gaúcho propuseram uma revisão da Lei nº 12.916, que proíbe a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios do Estado do Rio Grande do Sul.

Foi apresentado ao presidente Marlon uma pesquisa encomendada pelo Sindiclubes-RS ao Instituto Methodus em 2017. A pesquisa entrevistou mais de 600 pessoas nos estádios de futebol do Estado, apontando que a maioria dos entrevistados afirmam consumir bebida alcoólica antes dos jogos.

“Toda legislação reflete um momento de discussão, de comportamento e hábitos culturais. Se em algum momento se justificaria a interdição absoluta da bebida nos estádios, hoje se verifica que ela está presente especialmente no entorno, não se tendo atingido a inibição aos atos de violência e vandalismo”, explicou o presidente gremista, já se referindo à questão da violência que seria um dos principais motivos na época da implementação da lei.

O presidente colorado avaliou que existem mais prós do que contras na liberação do consumo de bebida alcoólica dentro dos estádios. “Várias unidades da Federação já liberaram a bebida, e para os clubes de menor porte essa receita é importante, podendo representar em torno de 35% da renda”, destacou Medeiros. Complementou que para o Internacional não há interesse econômico, já que as copas são exploradas por empresas parceiras. Bolzan também afirmou que o Grêmio não teria nenhum benefício financeiro. Um dos pontos a favor dos clubes, principalmente para a dupla Grenal, pela quantidade de torcedores que frequentam os estádios a cada partida, seria a melhor circulação para adentrar na praça esportiva.

O presidente do Sindiclubes concordou  com os presidentes da dupla Grenal e observou que o regramento de consumo dentro dos estádios impediria que os torcedores entrassem somente no momento da partida, melhorando o fluxo da entrada e evitando tumultos ocasionados pela aglomeração.

Marlon se mostrou favorável à posição de revisar, juntamente com os demais parlamentares, a lei que proíbe a bebida alcoólica dentro dos estádios, falando que a AL se encontra preparada para debater esse tema polêmico. “Não sou apreciador de bebidas e não sou totalmente adepto do futebol, mas é uma questão de racionalidade”, considerou. O chefe da Casa Legislativa ressalta a importância de existir um regramento que se possa cumprir e que não traga transtornos nem aos clubes e nem aos torcedores.

Em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da AL, já existe um projeto de lei de autoria do deputado Juliano Roso (PCdoB), para que seja liberada a comercialização de bebidas a partir de uma regulamentação.

* Com informações da assessoria da Presidência

Marlon Santos 231683 G

Deputados da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, tendo à frente o presidente Marlon Santos (PDT), entregaram ao vice-governador José Paulo Cairoli, em encontro ao final da tarde desta sexta-feira (25), na sala da presidência do Parlamento, conjunto de encaminhamentos e posicionamentos em relação ao movimento dos caminhoneiros no Estado.

A pauta foi construída em reunião prévia, convocada pelo presidente, da qual participaram os deputados Sérgio Turra, Silvana Covatti e Ernani Polo (PP), Missionário Volnei (PR), Regina Becker Fortunati e Ronaldo Santini (PTB), Gilmar Sossella (PDT) e Gabriel Souza (MDB), líder do governo Sartori na Casa.
Destacando como positiva a presença do vice-governador na Assembleia, como forma de ouvir as considerações dos deputados, Marlon Santos ressaltou a receptividade do representante do Executivo. “Em especial, frisamos a ele nosso posicionamento absolutamente contrário a qualquer forma de violência contra os caminhoneiros. Cairoli assegurou a nós, e à sociedade gaúcha, que qualquer movimento de polícia será conduzido com a maior racionalidade possível, como o momento exige”, acrescentou.
“Todos os deputados têm consciência que o Estado não deve assumir uma culpa que não é sua, de algo que teria surgido no Rio Grande do Sul. Não, a culpa é apenas do governo federal, que deixou a situação correr sem agir como deveria. O vice nos disse, ainda, que o governo do RS está solidário ao movimento”, agregou Marlon, comunicando que o Executivo gaúcho agirá mais firmemente junto à União, “uma vez que o RS tende a perder muito. Antes de agirmos hoje, por meio desta reunião, esperávamos um melhor encaminhamento em Brasília. O fato é que não foi dada a real dimensão ao movimento. Ao contrário, quiseram minimizar a situação”, sublinhou.
Cairoli igualmente disse ao grupo de deputados que levará ao governo, em reunião na manhã de sábado (26), a possibilidade de desoneração tributária da cadeia produtiva, outra solicitação dos parlamentares. “Nos disse que o governo vai propor, dentro daquilo que pode, uma forma mínima que seja de desoneração do setor produtivo como um todo”, mas não foram mencionados índices. “O fato é que o Estado caminha para um colapso em termos de arrecadação, e é preferível ceder um pouco agora do que conviver, no futuro, com situações irreversíveis, de caos”, apontou Marlon. Os parlamentares igualmente sugeriram que os caminhoneiros sejam liberados de pagamento de pedágio.
De outra parte, segundo o presidente Marlon, sempre acompanhado dos deputados, o governo solicitará ao movimento que haja uma sensibilidade maior em relação aos produtos que envolvam saúde e questões básicas da população, com a passagem de caminhões com produtos essenciais.
“Igualmente, a Assembleia solicita que haja bom senso da parte dos manifestantes, sem agressões, uma vez que isso pode acarretar reações com consequências terríveis”, sublinhou o chefe do Parlamento gaúcho. Ainda conforme ele, “os deputados entendem que o movimento já mostrou a que veio, a sua importância. Que o próprio movimento não se autodestrua por ações de violência ou irracionais, ao ponto de parar hospitais, asilos, abastecimentos essenciais, que a comunidade necessita”, ponderou.
É bem verdade que há o apoio maciço da sociedade, prosseguiu Marlon, em especial após a manifestação do presidente Temer autorizando o uso da força, “algo que chocou a população. Este apoio persiste, mas não creio que haja tolerância em relação a um desabastecimento total, comprometendo a saúde. Que os manifestantes não deixem as coisas caminharem em direções desastrosas. Este é um pedido da Assembleia”, reforçou Marlon.

Marlon santos 231758 G
O presidente da Assembleia Legislativa (AL), deputado Marlon Santos (PDT), tem participado, nos últimos dias, de reuniões com parlamentares e Executivo a fim de buscar acertos que, de fato, tragam resultados positivos para a população e respeitem todo o esforço dedicado pelo movimento dos caminhoneiros.
Nesta terça-feira (29), o presidente esteve, com mais dezesseis parlamentares, no Gabinete de Crise criado pelo governo do Estado para monitorar e buscar soluções diante do movimento dos caminhoneiros. Neste encontro, os deputados escutaram o vice-governador José Paulo Cairoli relatar as ações que têm sido executadas e as expectativas para os próximos dias.
Marlon, ao término da reunião, no Gabinete de Crise, comunicou que estaria no Comando Militar Sul (CMS) na parte da tarde. Acompanhado dos deputados Ronaldo Santini (PTB), Bombeiro Bianchini (PR) e João Fischer (PP), no CMS, ele pode compreender melhor como o Exército Brasileiro está tratando as manifestações.
O presidente disse que ficou claro que o que está acontecendo por parte dos órgãos responsáveis é somente a garantia ao abastecimento de setores essenciais a vida. Sendo muito comentado sobre intervenção militar, Marlon disse que este plano é descartado. “A leitura que o Comando faz é dar suporte para proporcionar agilidade aos transportes de necessidade como medicamentos e alimentos, assim como controlar a segurança para que isso se efetive, mas sem mais do que isso”, conclui.
Preocupação
Marlon tem mostrado preocupação em relação a imagem que pode ser construída a partir de agora em relação ao movimento dos caminhoneiros, que, segundo ele, é um movimento “pautado pelo bom senso, que produziu efeitos espetaculares e desacomodou o Brasil”.
Para o presidente, o governo federal está aguardando a sociedade atingida se irritar com o movimento para colocar a culpa toda nesta ação que até então é pacífica e ordeira, mas que pode transformar o herói em vilão. Marlon acredita que “o momento é de apaziguar”.
Reunião extraordinária
A mobilização por parte dos parlamentares gaúchos ficou mais evidente na última sexta-feira (25), quando o presidente realizou uma reunião extraordinária com os parlamentares integrantes da Mesa Direta. Durante a reunião, receberam o vice-governador José Paulo Cairolli para entrega de conjunto de encaminhamentos e posicionamentos em relação ao movimento dos caminhoneiros no Estado.
*Com informações da assessoria da Presidência. 

marlon 231517 G

Na noite de terça-feira (22), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos (PDT), participou, no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, do lançamento da 20ª Feira Nacional do Arroz (Fenarroz). De 29 de maio a 3 de junho, a Fenarroz, que acontece no município de Cachoeira do Sul, é o “evento orizícola que mais envolve tecnologia, que mais envolve técnica, que mais envolve futuro sobre plantação de arroz em qualquer parte do mundo”, definiu Marlon.

Sendo o Rio Grande do Sul o Estado que possui a maior produção de arroz do país, através da Fenarroz é possível criar um ambiente de debate. “O governo federal tem que ter sempre a atenção chamada e a Fenarroz por ser um evento nacional e internacional tem essa característica, de chamar a atenção para o setor”, enfatizou o presidente da AL.

Marlon também reforçou a obrigação por parte do governo em fiscalizar as fronteiras, pois a produção brasileira é feita dentro de um determinado sistema de regras com muito respeito e responsabilidade, como as questões de resíduos de agrotóxico, que, em outros países, não possui a mesma firmeza.

A Assembleia Legislativa na Fenarroz
A AL durante todo o período de realização da 20ª Fenarroz estará presente na feira. Duas das principais comissões da Assembleia relacionadas ao setor do agronegócio, a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo e a Comissão Permanente do Mercosul e Assuntos Internacionais, estarão instaladas no estande da AL, que ficará localizado em frente ao Pavilhão Principal.

Programa Democracia especial sobre a Fenarroz
O presidente Marlon Santos gravou para o programa Democracia da TV AL uma entrevista especial sobre a Fenarroz. O programa irá ao ar na noite desta quinta-feira (24), às 23h, na sexta-feira (25), às 13h, e no sábado (26), às 6h na TVAL, canal aberto digital 61.2; canal 16 da NET e na internet – portal www.al.rs.gov.br/tvassembleia.

* Com informações assessoria da Presidência

Página 1 de 2